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Faculdade INGÁ NEWS
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Editorial: prezado leitor, a quadragésima quarta edição do periódico eletrônico semanal “UNINGÁ News” está disponível. Nesta edição, o caderno UNINGÁ em Destaque repercute o início do Curso de Especialização Lato Sensu em Farmácia Magistral, na última sexta-feira, em Maringá. O caderno Pós-Graduação em Destaque comenta sobre o Programa de Concessão de Bolsas de IC da UNINGÁ. MARINGÁ em Destaque trás matéria sobre a participação de Maringá na “Hora do Planeta”. No caderno Mundo Acadêmico, uma matéria sobre o poder devastador do vírus H1N1 sobre as células pulmonares. No Fique por Dentro, uma matéria sobre os riscos associados ao uso da sibutramina. O caderno Dica de Saúde traz uma matéria sobre o envelhecimento humano, nas palavras do Dr. Drauzio Varella. Finalmente, no caderno Profissional Legal, ANVISA faz mapeamento do comércio de agrotóxicos no Brasil. Envie sugestões: uninganews@uninga.br
Convidamos docentes, funcionários não-docentes, alunos e comunidade para nos ajudar na construção das próximas edições do Faculdade INGÁ News. Envie-nos sugestões de matérias, matérias prontas, dicas, comentários e cartas abertas ao editor.
Boa leitura!
Prof. Dr. Mário dos Anjos Neto Filho
Editor do Faculdade INGÁ News
Matérias
UNINGÁ em destaque
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| Especialização em Farmácia Magistral iniciou aulas na última sexta-feira, 26/3 |
Mais um curso de Especialização Lato Sensu para Farmacêuticos e Profissionais de Farmácia se iniciou na sede da UNINGÁ em Maringá, na última sexta-feira, 26/3.
O curso é coordenado pela Profa. Ms. Suzana Ogava. “Nosso curso de Farmácia Magistral tem o objetivo de complementar a formação de profissionais farmacêuticos na área de manipulação de fármacos. Para que sejam manipulados com segurança e qualidade, é preciso que o farmacêutico domine a FARMACOTÉCNICA. E, é exatamente este o nosso alvo principal: transferir conhecimentos mais aprofundados sobre o mecanismo de ação de fármacos, a exata composição química das formulações, suas possíveis interações com adjuvantes da fórmula, tempo de estocagem, interação entre fármacos - quando dois ou mais estão presentes na mesma fórmula, além de outras peculiaridades que caracterizam as boas práticas de manipulação de fármacos”, comenta a Profa. Suzana. O Curso tem duração de 12 meses. |
| Fonte.: Coordenação do Curso de Farmácia Magistral da UNINGÁ. | | |
Maringá em destaque
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| Apagão Programado! Maringá participará da “Hora do Planeta” |
Representantes de entidades ambientalistas, estudantes, atores, voluntários e funcionários das empresas parceiras da Prefeitura de Maringá na organização da Semana Mundial da Água estão incentivando a comunidade a participar da “Hora do Planeta”, um movimento global da Rede WWF a ser desenvolvido neste sábado, dia 27. Entre as 20h30 e 21h30 de sábado (hora de Brasília), desde as moradias mais simples aos maiores monumentos do Mundo, as luzes serão apagadas para mostrar aos líderes mundiais a preocupação com o aquecimento global.
Por iniciativa da Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Sema), empresas, entidades e instituições parceiras, em Maringá haverá desligamento por uma hora das luzes do Paço Municipal e do obelisco do Centro de Convivência Comunitário localizado na Praça Deputado Renato Celidônio.
Para motivar a comunidade maringaense a também participar do evento, nesta sexta-feira (26) e na manhã de sábado (27) será realizada uma série de ações para divulgação da importância dessa atitude conjunta no sentido de minimizar os efeitos da poluição ambiental e da má preservação dos recursos hídricos que vem ocorrendo em todo o Planeta. A ação ocorrerá no cruzamento das avenidas Brasil e São Paulo, onde vai haver ampla distribuição de panfletos com o apoio de faixas educativas e performances do grupo de teatro “Ponto a Ponto”. Dirigentes das empresas e instituições parceiras no evento também vão conceder entrevistas aos órgãos de comunicação detalhando as propostas do movimento.
Ação conscientizadora
“Esta é uma campanha mundial e a idéia é chamar a sociedade para uma reflexão sobre a ameaça das mudanças climáticas”, explica o secretário municipal de Meio Ambiente, Diniz Afonso.
Maringá participa pela segunda vez do movimento. Durante sessenta minutos, prédios de órgãos dos governos municipal, estadual e federal se juntarão aos de empresas, estabelecimentos comerciais, instituições de ensino e residências de todo o mundo, onde será apagado o maior número possível de lâmpadas.
A Prefeitura de Maringá aderiu à campanha e está incentivando os maringaenses a participarem da mobilização, com o gesto simples de apagar as luzes por uma hora. “Toda a comunidade pode e deve estar envolvida neste gesto de inserção, devido à sua importância e abrangência. É um digno exercício de cidadania, onde é possível refletir sobre o que é possível ser feito para reverter o atual quadro onde ocorrem as mais diversas formas de violação do nosso planeta”, diz Afonso, reforçando o convite para que a população contribua com sua parcela de responsabilidade.
Criado pelo WWF-Austrália em 2007, o movimento “Hora do Planeta” surgiu como forma de inspirar a população a tomar atitudes diante das mudanças climáticas. Em 2008, o movimento cresceu e chegou a 35 países, onde mais de 50 milhões de pessoas desligaram suas luzes. No ano passado cerca de um bilhão de pessoas participaram do movimento.
WWF-Brasil é uma organização não-governamental dedicada à conscientização da natureza com os objetivos de harmonizar a atitude humana com a conservação da biodiversidade e promover o uso racional dos recursos naturais.
Em Maringá o evento compõe a programação da “Semana Mundial da Água”, organizada pela Secretaria Municipal do Meio Ambiente (Sema) em parceria com o Batalhão de Polícia Florestal (Força Verde), Instituto Ambiental do Paraná (IAP), Sanepar, Sesc-PR, Spaipa/Coca-Cola, Cesumar, Projeção e Associação dos Profissionais de Propaganda (APP/Maringá). |
| Fonte.: Prefeitura Municipal de Maringá | | Link.: http://www.maringa.pr.gov.br/imprensa/noticia.php?id_artigo=10313 ... | | |
Mundo acadêmico
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| H1N1 produz inflamação que destrói células do pulmão |
Em seis meses o H1N1 deixou ao menos 19 mil brasileiros com febre alta, dores musculares intensas e uma angustiante falta de ar e matou 1.368 – quase um terço dos 4.735 óbitos por gripe contabilizados no mundo nesse período em que foram confirmados 399 mil casos em 2009. Enquanto o Brasil e outros países começavam a se preparar para a segunda onda de gripe suína, que já se espalha pelo hemisfério Norte com a proximidade do inverno, pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP) con¬cluíam as primeiras análises dos prejuízos causados no organismo pelo H1N1. Nos casos mais graves, verificou o grupo paulista, o corpo reage com uma ofensiva imunológica tão intensa que mata o vírus, mas também provoca destruição nos pulmões tão grave a ponto de fazê-los parar de funcionar.
O sinal mais evidente desse estrago é a falta de ar (dispneia) intensa, bastante frequente nas pessoas que desenvolveram a forma mais grave – e por vezes letal – da gripe suína. “Todo médico deve ficar alerta a esse sintoma, indicador de que a infecção pode ser mais grave”, afirma a patologista Thais Mauad, da USP, primeira autora do estudo publicado on-line em 29 de outubro no American Journal of Respiratory and Critical Care Medicine, o primeiro a descrever de modo sistemático as lesões fatais induzidas pelo H1N1.
Thais e outros 14 pesquisadores da Faculdade de Medicina da USP que trabalharam sob a coordenação dos patologistas Paulo Hilário Saldiva e Marisa Dolhnikoff chegaram a essa conclusão ao examinar amostras de diferentes órgãos de 21 pessoas mortas na cidade de São Paulo em decorrência da gripe suína. “Esses casos são representativos das regiões Sudeste e Sul, que concentraram o grosso das ocorrências no país”, afirma a epidemiologista Denise Schout, da equipe da USP.
Em quase todos os casos – precisamente 20 dos 21 –, os pulmões apresentavam destruição em massa de alvéolos, bolsas microscópicas no interior das quais ocorrem trocas gasosas. Em uma proporção menor (29% das pessoas), havia também inflamação intensa e morte celular nos bronquíolos, ramificações dos tubos que conduzem o ar da traqueia até os pulmões, enquanto em 24% dos casos também foi detectado sangramento (hemorragia), decorrente do rompimento dos vasos que irrigam os alvéolos.
“O tipo de dano encontrado é semelhante ao que já se observou em outras pandemias de gripe, como a de 1918, a de 1957 e a de 1968, embora nas anteriores, em especial na primeira, a taxa de mortalidade fosse muito mais elevada”, comenta Thais. Outro achado chamou a atenção dos pesquisadores: 38% desses pacientes também apresentavam infecção por Streptococcus pneumoniae, bactérias causadoras de problemas nas vias aéreas. “Em casos como esses é importante associar antibióticos ao tratamento com antivirais”, diz Thais. “Essas informações ajudam a compreender como a infecção se instala e avança e, no futuro, podem orientar o tratamento”, comenta Denise.
A concentração dos danos nos pulmões não significa que o H1N1 atinja apenas esses órgãos. Na quase totalidade dos casos, o vírus invade as células que recobrem internamente as vias aéreas superiores (nariz e garganta), provocando apenas os sinais típicos de gripe: tosse, dor e coriza. Apenas em uma proporção muito pequena o H1N1 escapa à camada de muco que ajuda a proteger as vias aéreas superiores e alcança também os pulmões, normalmente estéreis, complicando a situação – em 7% desses casos, segundo os dados da equipe da USP, a infecção pulmonar se agrava a ponto de levar à morte. A análise microscópica e bioquímica dos pulmões indicou, no entanto, que os danos no órgão não são causados diretamente pelo vírus. Uma vez infectadas pelo H1N1, que assume o controle da maquinaria genética, as células dos alvéolos passam a produzir um sinalizador químico – o interferon-gama – que inibe a multiplicação do vírus e aciona as células de defesa conhecidas como assassinas naturais (natural killers ou simplesmente NK, em inglês). As NK, por sua vez, despejam sobre as células infectadas compostos tóxicos que induzem à morte programada ou à apoptose. Em níveis adequados, essa sequência de ações do sistema de defesa elimina os agentes infecciosos e ajuda a restabelecer a saúde do órgão. Mas, quando excessiva, acaba por danificá-lo – em alguns casos, de modo irreversível.
No pulmão de quem morreu com a gripe suína, Thais e Ludhmila Hajjar encontraram níveis de interferon-gama e número de células NK muito superiores aos observados nos pulmões de pessoas saudáveis. Ainda não se sabe ao certo o que, nesses casos, disparou a resposta imune exacerbada. “Algum fator que ainda não identificamos deve ter gerado esse desequilíbrio”, diz Thais. Das 21 pessoas analisadas pela equipe da USP, 16 já apresentavam alguma outra enfermidade grave, como alguma forma de doença cardiovascular ou câncer, antes de contrair a gripe suína. Na opinião de Thais, é provável que a imunidade dessas pessoas já estivesse comprometida a ponto de permitir o agravamento da infecção. Enquanto não se descobrem as repostas para essas questões, especialistas de todo o mundo acreditam que a forma mais segura de se proteger do vírus é tomar a vacina, que já começa a ser distribuída em alguns países. |
| Fonte.: Revista Pesquisa FAPESP. Mauad, T. et al. Lung pathology in fatal novel human influenza A (H1N1) infection. American Journal of Respiratory and Critical Care Medicine. No prelo. | | Link.: http://revistapesquisa.fapesp.br/?art=4009&bd=1&pg=1&lg=... | | |
Fique por dentro
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| Sibutramina: culpada ou inocente? |
Depois que a Agência Europeia de Medicamentos (Emea, em inglês) recomendou a suspensão da venda de sibutramina - uma das drogas mais usadas para emagrecimento -, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) decidiu enviar um alerta a médicos e farmacêuticos brasileiros sobre o tema.
A decisão do comitê europeu foi baseada em um estudo realizado com 10 mil pacientes que mostrou aumento de 16% na incidência de enfarte e derrame em pessoas com histórico de problemas cardíacos que tomaram o medicamento. Para a Emea, portanto, os riscos da substância são maiores do que os benefícios. Também com base nesse estudo, a Food and Drug Administration (agência que regula medicamentos nos Estados Unidos) decidiu que deverá ser incluída na bula uma contraindicação para pacientes com cardiopatias.
No Brasil, embora a bula do medicamento já mencione como possíveis eventos adversos a elevação da pressão arterial e arritmias cardíacas, a única contraindicação é para pessoas com histórico de anorexia.
No ano passado, a Anvisa recebeu 37 notificações de eventos adversos do uso de sibutramina - 14 relacionadas a problemas cardiovasculares. Não houve mortes.
Segundo o presidente da Anvisa, Dirceu Raposo de Mello, haverá em fevereiro uma reunião da Câmara Técnica de Medicamentos para analisar os resultados desse estudo e decidir qual atitude tomar. "Podemos manter o nível de alerta atual, ampliar as contraindicações e as restrições de venda ou até mesmo proibir a substância no País", afirmou.
O Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) enviou ontem uma carta à agência pedindo a retirada da droga do mercado brasileiro. O texto alega que "as características da população à qual o medicamento é destinado tornam a situação mais séria, posto que a obesidade é fator de aumento de risco de doenças cardiovasculares."
O presidente da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia, Ricardo Meirelles, afirmou em nota que "não há, até o momento, evidências de que a prescrição criteriosa do medicamento, apenas para pacientes sem contraindicações formais para o seu uso, ocasione aumento de eventos cardiovasculares".
Segundo relatório da Junta Internacional de Fiscalização de Entorpecentes (Jife), o Brasil está, ao lado da Argentina e dos Estados Unidos, no topo do ranking mundial de consumo de remédios p ara emagrecer. |
| Fonte.: Folha online. Matéria sugerida pela acadêmica Marla S. Franzolli, academica do 3° Ano de Farmácia da UNNINGÁ | | |
Dicas de saúde
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| Envelher bem é possível, segundo Drauzio Varella |
Trazer filhos ao mundo é um divisor de águas. Nossas vidas jamais serão como antes. Perdemos o direito à irresponsabilidade da adolescência. À medida que nossos filhos crescem, surgem as alterações que nos levarão aos 40 anos de idade. Fase em que já vivemos a metade de nossas vidas.
Nessa idade, o corpo humano atingiu a maturidade. Já vivemos dias em que fomos mais fortes e mais ágeis. Anos atrás, começamos a envelhecer. Mas só agora, aos 40, percebemos as marcas do tempo. Nossa aparência mudou.
O efeito cumulativo do sol é responsável pelos primeiros sinais. Aparecem as rugas. Desde o nascimento, nossa pele é renovada em um ritmo alucinante. Para repor as células das camadas superficiais que morrem constantemente, a pele fabrica 40 mil novas células a cada minuto.
Aos 45 anos, já foram eliminados 180 quilos de células mortas. A renovação é tão rápida que as células mais velhas de nossa pele não têm mais do que um mês de idade. Mas a causa das rugas não são as células danificadas. As rugas se tornam mais nítidas por causa das fibras do tecido que dão suporte à pele: o colágeno.
A radiação ultravioleta do sol dispara uma reação em cadeia, que degrada o colágeno. As fibras se tornam mais finas e quebradiças, a pele perde a elasticidade, fica flácida.
As rugas são inevitáveis. A visão também se modifica. Podíamos ler sem óculos. O cristalino, a lente de nossos olhos, é formado por células que não se renovam, assim como as células do coração e algumas do cérebro. Elas permanecem as mesmas do nascimento até a morte. Com a idade, o cristalino se torna mais rígido, com mais dificuldade para focalizar. Fica difícil a gente adaptar-se às variações de claro e escuro.
E para piorar, os olhos ficam mais secos. As lágrimas que serviam para lavá-los estão mais escassas. As mudanças atingem todo nosso organismo. Aos 20 anos, era fácil manter o corpo em forma.
Podíamos comer à vontade sem ganhar peso. Agora, o metabolismo é outro. Engordar é muito mais fácil. À meia idade, os níveis de estrógeno, testosterona e de hormônio do crescimento estão mais baixos. Como conseqüência, perdemos massa muscular. Perdemos cerca de três quilos de músculos por década. Com menos músculos, queimamos menos calorias. O organismo fica mais econômico, precisa de menos combustível para funcionar. Se continuarmos a comer como antes, o excedente é armazenado sob a forma de gordura.
As mulheres acumulam gordura nas cadeiras. Isso tem uma explicação: durante a gravidez, a gordura acumulada nessa região funciona como uma reserva de energia. Nos homens, a barriga é que aumenta. Para nossos ancestrais, o peso extra na cintura era uma reserva útil que ajudava durante as longas caçadas. A capacidade de metabolizar gorduras diminui com a idade. O mecanismo é controlado por pequenas estruturas que existem dentro das células: as mitocôndrias.
As mitocôndrias funcionam como centrais energéticas das células. Elas produzem energia, fazendo o oxigênio que respiramos reagir com os nutrientes ingeridos na alimentação. Com o passar dos anos, as mitocôndrias envelhecem e seu número em cada célula diminui, comprometendo, entre outras funções, a capacidade de metabolizar gordura. Às vezes, a combinação entre muita comida e metabolismo lento pode ser fatal. O abdômen avantajado é mais do que um problema estético. A gordura que se vê por fora reflete o acúmulo nos espaços entre os órgãos internos e a gordura pode invadir cada espaço livre dentro do corpo.
A gordura não se deposita apenas nas cavidades internas, ela o faz também, e mais perigosamente, no interior das artérias. Esses depósitos diminuem o diâmetro dos vasos sanguíneos e dificultam a passagem do sangue. O coração precisa bombear com mais pressão para vencer a resistência. Em casos extremos, a artéria pode ficar totalmente obstruída. Quando isso acontece com as coronárias, que irrigam o coração, o músculo cardíaco privado de oxigênio entra em espasmo. É o ataque cardíaco, principal causa de morte no Brasil. Quando atingimos os 50 anos, nosso metabolismo está mais lento, mas o estilo de vida não. Vivemos atolados de obrigações familiares, compromissos sociais e trabalho. Essa pressão cria condições para a instalação do estresse.
Reconhecer os sinais externos do estresse é fácil: mãos geladas, respiração ofegante, palidez na face, sensação de cabeça vazia. Mas o pior está escondido dentro do corpo. As glândulas supra-renais jogam adrenalina e cortisol na corrente sangüínea. Esses hormônios fazem os músculos contrair, as artérias fecharem e o coração bater mais rápido. A pressão arterial sobe. Somos tomados pelo reflexo de fugir ou lutar. O mesmo que nossos antepassados desenvolveram para enfrentar as feras. Mas, à diferença deles, nossos predadores estão sempre por perto: a conta a pagar, o trânsito parado, o filho que anda em más companhias. Não há escapatória. O corpo tem que agüentar as conseqüências.
O estresse danifica e apressa o envelhecimento dos vasos sangüíneos. A pressão alta agride as células do revestimento interno das artérias. Elas se tornam menos elásticas, endurecidas. Principalmente, a maior de todas elas, a aorta. É um ciclo vicioso: o estresse provoca danos nas artérias, aumenta a pressão e faz o coração trabalhar com mais carga. Quanto mais endurecidas ficam as artérias, mais difícil lidar com os efeitos do estresse. Chegamos ao limite: o coração se hipertrofia para empurrar o sangue por um caminho estreito e danificado. A pressão alta pode romper artérias mais frágeis. Quando a ruptura ocorre em uma artéria do cérebro, acontece um acidente vascular, popularmente conhecido como derrame cerebral.
Para as mulheres, essa fase da vida reserva um outro desafio: a menopausa. Os ovários ficam sem óvulos e as menstruações desaparecem. A produção de hormônios sexuais, estrógeno e progesterona, cai. O corpo feminino vive o fim da idade reprodutiva.
A falta de hormônios altera as regiões do cérebro envolvidas no humor, na disposição, e no controle do sono. O hipotálamo, área que coordena o controle da temperatura do corpo, também é afetado. O rosto fica afogueado. Surgem ondas de calor acompanhadas de suor e arrepios de frio. Os ossos e os músculos se ressentem da falta de hormônios e enfraquecem. O corpo da mulher passou a vida acostumado com os hormônios sexuais. Agora, eles não existem mais. O processo de envelhecimento se acelera. Enquanto os filhos saem de casa e nós nos aposentamos, o nosso corpo entra em mais uma fase de mudanças. |
| Fonte.: Portal G1olha online | | Link.: http://fantastico.globo.com/Jornalismo/FANT/0,,MUL844918-15607-218,00.html... | | |
| Anvisa estuda o perfil do mercado de agrotóxicos no Brasil |
Em 2009, 65% dos agrotóxicos registrados no Brasil não chegaram a ser comercializados. Dos mais de 2 mil produtos disponíveis, apenas 783 chegaram às mãos dos agricultores. Os dados fazem parte do estudo “Monitoramento do Mercado de Agrotóxicos”, organizado pelo professor da Universidade Federal do Paraná Victor Pelaez.
Outro dado apresentado pelo estudo é de que as dez maiores empresas do setor de agrotóxicos concentram mais de 80% das vendas no país. “A criação de um portfólio de registros não utilizados adquire uma lógica mais financeira do que produtiva, ao se constituir como reserva de valor para as empresas”, explica Pelaez.
Para o diretor da Agência Nacional da Vigilância Sanitária (Anvisa), José Agenor Álvares, a não utilização dos novos registros apontam para uma contradição do setor. “À medida que somos cada vez mais cobrados para dar agilidade aos processos de avaliação dos registros de agrotóxicos, os produtos que são autorizados não são colocados no mercado”, afirma Álvares.
Os dados também apontam a consolidação do Brasil como maior mercado e com maiorritmo de expansão no consumo de agrotóxicos em todo mundo. Ao longo desta década, o mercado brasileiro cresceu 176%, quase quatro vezes mais do que a média mundial.
De acordo com Álvares, os números apresentados comprovam o alto grau de comprometimento que as indústrias de agrotóxicos devem ter com o Brasil. “O setor do agronegócio deve praticar uma concorrência honesta, de modo que proporcione preços acessíveis para os pequenos produtores e agrotóxicos da forma mais limpa possível para toda população”, explica o diretor da Anvisa.
Mercado
O mercado brasileiro de agrotóxicos é o maior do mundo, com 107 empresas aptas a registrar produtos, e representa 16% do mercado mundial. Só em 2009, foram vendidas mais de 780 mil toneladas de produtos em nosso país.
O Brasil também ocupa a sexta posição no ranking mundial de importação de agrotóxicos. A entrada desses produtos em território nacional aumentou 236%, entre 2000 e 2007. |
| Fonte.: Anvisa | | Link.: http://portal.anvisa.gov.br/wps/portal/anvisa/home/!ut/p/c5/04_SB8K8xLLM9MSSzPy8xBz9CP0os3hnd0cPE3Mf... | | |
Pós-Graduação em Destaque
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| “Programa de Concessão de Bolsas de IC” para acadêmicos de graduação vai até 31/3. |
A UNINGÁ abriu em 8/3, o seu primeiro programa institucional para seleção de projetos de iniciação científica (IC), o PROGRAMA DE CONCESSÃO DE BOLSAS DE IC DA UNINGÁ.
O programa tem seu edital (Edital 04 de 03/03 de 2010) publicado no site da UNINGÁ - no alto da página, nos links giratórios, você poderá reconhecer a figura ao lado, referente ao edital em questão. Os projetos de pesquisa na modalidade de IC serão recebidos até o dia 31 de março, para a análise e divulgação dos projetos contemplados durante o mês de abril, e início dos projetos no mês de maio.
As bolsas de IC terão duração máxima de 12 meses (ou 6 meses, no mínimo), e serão concedidas para alunos de graduação, devidamente matriculados em um dos cursos da UNINGÁ e orientados por docentes mestres ou doutores, em qualquer área do conhecimento. Ao todo, serão ofertadas 40 bolsas.
O processo de envio dos projetos à CPPG-UNINGÁ, continua da maneira como habitualmente é realizado. A novidade, entretanto, segundo o Diretor Geral da UNINGÁ, Prof. Ms. Ricardo Benedito de Oliveira, é que “com o programa de bolsas será criado um fluxo contínuo de projetos de IC na UNINGÁ”. O programa também visa instrumentalizar a Coordenadoria do Núcleo de Pesquisa da UNINGÁ (CNP-UNINGÁ), recém criada para incentivar a execução dos projetos, bem como eventos de extensão e atividades científicas, como a tradicional Jornada Acadêmica da UNINGÁ.
Então, se você faz parte da comunidade acadêmica da UNINGÁ (docente e discente de graduação), não perca esta oportunidade de enriquecer seu currículo. Aliás, no campo da pesquisa científica, muitas novidades estão por acontecer na UNINGÁ. |
| Fonte.: Diretoria Geral e Diretoria de Pós-Graduação da UNINGÁ | | |
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